domingo, 26 de outubro de 2008

Poema de amizade

Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.

William Shakespeare

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Início de um novo ano

Aqui estamos nós no 12º ano e a limpar o pó que existia neste nosso blog, em que só a Sr.ª Marlise e o Sr. Alex participavam.
Este ano será o ultimo para muitos de nós, não englobando o Marco que quer ficar mais um ano a fazer Matemática para entrar na Universidade.
Este ano também será um ano muito complicado porque temos muitos projectos para realizar e muitas coisas a fazer.
Vai ser muito complicado, no entanto, como turma que somos vamos mostrar que conseguimos ultrapassar tudo e mais alguma coisa!
Vamos lá pessoal que estamos mesmo a acabar, falta tão pouco, não podemos perder esta oportunidade de conseguir finalizar o 12º ano.
Ass: Fábio

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

ideias novas

Ola pessoal!!
Estou a gostar das nossas ideias...
para a LAN e para a associação de estudantes.
Agrada-me principalmente a ideia da rádio mas temos de escolher bem a pessoa que fica responsável pela a musica...lol.
Não tenho mais nada a dizer...
Beijos para todos e toca a trabalhar.

Elsa Fernandes

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Back =)

Olá diário!!!
Fico feliz por finalmente estarmos de volta aos velhos temposde escrita no nosso blog, vamos então contiuar com este projecto até ao fim.
Estamos no último ano do curso e espero que corra bem e que todos atinjam os seus objectivos.
Fiquem bem Pessoal e até ao meu próximo post diário.
;-)

Regressámos...

Hoje é a primeira vez que temos acesso à net na sala de aula, daí que só hoje, na aula nº 9, estejamos a iniciar a escrita do nosso diário de turma.
Aproveito esta oportunidade para desejar que tudo corra pelo melhor, de modo a que, no final do ano, a palavra SUCESSO se aplique a tudo e a todos!
Um abraço,
ProfªAlice

domingo, 12 de outubro de 2008

Estou farta de ti !

Estou farta de ti! Farta de acordar e ver logo essa tua cara imaginária, escarrapachada na minha almofada. Farta de te sentir na água e no gel que me lavam o corpo. Estou farta de te tactear no cetim do meu vestido e na pele dos meus sapatos. Estou farta de te barrar nas minhas torradas, farta de te beber no meu sumo de laranja e de te saborear no amargo do meu café. Estou tão farta de ti! Farta de entrar o carro e te ver lá dentro, de te ouvir nas músicas do meu leitor de CD, até no vermelho do semáforo vejo essa tua cara redonda. Estou farta de ti! Farta de te ver nos homens com que me cruzo, nos sorrisos com que me encanto, nos placards de publicidade, nas páginas dos jornais, nos ecrãs da TV. E quando chego ao trabalho lá estás tu nos papéis que escrevo, nos livros que leio, nas histórias que ensino. Quando o meu dia chega ao fim, persistes, insistes e não te vais embora. Vejo-te na solidão da minha noite, no vazio da minha cama, no frio dos meus lençóis. Estou cansada de te sonhar, de te esperar, de te desejar, de te querer e não te ter. Estou farta de ti… Estou farta de ti…. ESTOU FARTA DE TI!!!!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

A DÉBIL

Eu, que sou feio, sólido, leal,
A ti, que és bela, frágil, assustada,
Quero estimar-te, sempre, recatada
Numa existência honesta, de cristal.

Sentado à mesa dum café devasso,
Ao avistar-te, há pouco, fraca e loura,
Nesta Babel tão velha e corruptora,
Tive tenções de oferecer-te o braço.

E, quando socorreste um miserável,
Eu, que bebia cálices de absinto,
Mandei ir a garrafa, porque sinto
Que me tornas prestante, bom, saudável.

« Ela aí vem!» disse eu para os demais;
e pus-me a olhar, vexado e suspirando,
o teu corpo que pulsa, alegre e brando,
na frescura dos linhos matinais.

Via-te pela porta envidraçada;
E invejava, - talvez que o não suspeites! -
Esse vestido simples, sem enfeites,
Nessa cintura tenra, imaculada.

Ia passando, a quatro, o patriarca.
Triste eu saí. Doía-me a cabeça;
Uma turba ruidosa, negra, espessa,
Voltava das exéquias dum monarca.

Adorável! Tu, muito natural,
Seguias a pensar no teu bordado;
Avultava, num largo arborizado,
Uma estátua de rei num pedestal.

Sorriam, nos seus trens, os titulares;
E ao claro sol, guardava-te, no entanto,
A tua boa mãe, que te ama tanto,
Que não te morrerá sem te casares!

Soberbo dia! Impunha-me respeito
A limpidez do teu semblante grego;
E uma família, um ninho de sossego,
Desejava beijar sobre o teu peito.

Com elegância e sem ostentação,
Atravessavas branca, esbelta e fina,
Uma chusma de padres de batina,
E de altos funcionários da nação.

« Mas se a atropela o povo turbulento!
Se fosse, por acaso, ali pisada!»
De repente, paraste, embaraçada
Ao pé dum numeroso ajuntamento.

E eu, que urdia estes fáceis esbocetos,
Julguei ver, com a vista de poeta,
Uma pombinha tímida e quieta
Num bando ameaçador de corvos pretos.

E foi, então, que eu, homem varonil,
Quis dedicar-te a minha pobre vida,
A ti, que és ténue, dócil, recolhida,
Eu, que sou hábil, prático, viril.